Na véspera do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, uma aula online sobre letramento racial voltada à juventude periférica e lideranças do movimento negro foi alvo de ataques racistas.
A atividade, ministrada pela professora e historiadora Luciene Carla Francelino, foi invadida por hackers que proferiram ofensas racistas, machistas e misóginas, interrompendo um espaço de escuta e formação antirracista.
O episódio, além de reforçar a urgência do combate ao racismo estrutural, revela como nenhum espaço é verdadeiramente seguro para pessoas negras no Brasil.
“Não quero ser chamada apenas de forte ou guerreira. Reivindico o direito de ser apenas humana”, afirmou Luciene, destacando a importância do conhecimento como ferramenta fundamental na luta por justiça racial.



