O CDM é uma festa

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Por Sérgio Neves

 

E lá vamos nos para a trigésima sétima Festa dos Amigos da Praça Vermelha – título pomposo – para não dizer a Festa dos Amigos do CDM – conhecido popularmente como o C…da Mãe.

Esta festa, nascida em uma noite de rodada etílica regada a tira gosto; idealizada por um grupo de filósofos esquerdistas – filósofo de direita não existe; e caso exista, Freud pode explicar o comportamento, em um exíguo espaço localizado na Praça Francisco Abraão, resolveram manter vivo o ideal do Newton Braga, quando lá nos anos 40, criou o Dia de Cachoeiro para homenagear o padroeiro em junho.

Todos os cachoeirenses, independente de credo político, religioso, condição financeira, opção sexual e por aí vai; reunidos na praça para uma confraternização democrática, marcada por reencontros de velhos amigos, novos amigos e futuros, ao som da 26 de Julho e depois com a turma do Clube da Seresta.

E ainda a lembrança daqueles, idealizadores como Aua, Kafunga, Almir Forte, Heron Kardec, Jurinha entre tantos outros. O nosso El Comandante, Cid Magalhães, o “Doca” ainda está entre nós.

E os que já se foram e hoje participam da festa na Praça Vermelha da República Celestial da Capital Secreta, a lista e grande e cometeria um pecado de esquecer de algum nome para fazer a relação.

Assim como Paris é uma festa, como foi dito no passado; a Praça Vermelha também é uma festa, a Festa do Povo.

E assim caminha a humanidade.

 

Praça Vermelha, 27 de Junho de 2026.